terça-feira, 29 de setembro de 2009

De novo, novamente

Meu pai fez aquilo com o telefone de novo... Só que hoje ele atendeu e falou antes de saber o que era que ele mesmo não estava. Como a mulher foi insistente e mesmo assim ficou vendendo o produto, meu pai disse "Só um pouquinho, vou chamar o João". E sim, ele teve a cara de pau de atender o telefone DE NOVO e fazer uma voz diferente, se passando por ele mesmo. Vai entender.

Resumo das minhas frustrações

Não ter ganhado uma casinha de boneca pra brincar, quando era pequena.

Não saber saltar estrelinha.

Não saber jogar futebol.

Não gostar, e nunca ter gostado tanto assim de videogame (acho que eu sou a única pessoa da minha idade, que sempre que começam uma conversa sobre videogame.. eu fico boiando)

Não gostar de nenhuma verdura. E simplesmente achar horrível frutas que todos amam.. tipo morango. Blé!

Não ter voz para cantar. Queria poder cantar no chuveiro sem minha mãe rir de mim.

Nunca ter lido Paulo Coelho. Mas logo lerei alguma ciosa, assim quando as pessoas começarem a falar mal dele, eu também vou poder falar ;)



P.S: Quando eu era pequena, uma das minhas frustrações era não ter ganho a boneca da Angélica, sabem?! Pois é... mas depois de um tempo eu agradecia meu pai por não ter comprado (ele não gostava da Angélica) porque diziam que ela virava tipo o boneco Chuck à noite, e matava as criancinhas. Urgh! Calafrio.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Momento reflexão do dia

Hoje eu estava pensando em começar a fazer natação, já que tenho escoliose (se alguém por acaso não sabe o que é escoliose, é coluna torta mesmo) e tô precisando fazer exercício físico, sou muito sedentária. Bom, na verdade já tô pensando em fazer natação já faz bastante tempo (uns dois anos mais ou menos, desde que descobri que tenho escoliose), mas sempre que penso em realmente começar a fazer natação... sei lá, lá no fundo tenho uma aversão, e não sei porquê. Como disse antes, hoje fiquei pensando sobre isso e cheguei a uma conclusão. Tenho trauma. É que quando eu era pequena, eu fazia natação, e eu tinha um professor idiota que ria de mim porque eu fazia barulho com a boca embaixo d'água. Sério! E daí que eu fazia barulho?! A boca é minha e eu faço barulho a hora que eu quiser. E o mais ridículo daquele cara é que toda vez que eu mergulhava, ele mergulhava atrás rapidinho pra escutar o meu barulho. E ficava contando pra todo mundo. Idiota. Ah! E tinha uma professora que se achava porque conseguia ficar 6min sem respirar. Grande coisa, eu consigo ficar 18 segundos.

P.S: Tô precisando mesmo fazer natação. Se alguém comentar, por favor, coloque frases encorajadoras do tipo "começa logo, é super legal!".

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Ataque de nervosismo/gargalhada

Às vezes acho que sofro de alguma anomalia não identificada pela medicina (ou talvez até identificada, eu que nunca pesquisei sobre isso mesmo). O que acontece é que muitas vezes quando fico envergonhada ou nervosa com alguém ou alguma situação, ao invés de demonstrar esse nervosismo da forma natural (gritar, espernear, chorar, bater no travesseiro – ou em paredes do banheiro, hehe, piada interna – ou simplesmente fazer cara de furiosa) eu rio. Exatamente, dou gargalhadas e mais gargalhadas. É, isso não é muito normal da minha parte. Mas, isto não é muito estranho pra mim, já que de vez em quando reparo que sou um pouco diferente em alguns aspectos das outras pessoas. Alguns prefiro até não citar (calma, não tenho tendências assassinas, nem nada do tipo). O fato é que às vezes chega a ser beeem estranho. Por exemplo:

Situação 1: Eu estou no meu quarto super concentrada, estudando pra caramba alguma matéria super difícil e preciso de silêncio. (Tá, na verdade tô no orkut, twitter, lendo algum livro não tão importante assim, no youtube ou vendo algum filme... menos estudando seriamente, coisa que não consigo fazer mais de uma hora e meia.) Enfim, to “estudando” e minha mãe entra no meu quarto – sem bater na porta, é claro – e começa com sua implicância comigo.

Mãe: FABÍOLA PEREIRA, eu já te falei quantas milhões de vezes que se tu decidires caminhar num monte de barro NÃO É PRA ENTRAR DE TÊNIS DENTRO DE CASA! Olha o chão do teu quarto, OLHA! Meu Deus do céu, o que eu faço com essa guria, senhor?! Não adianta falar, não adiaaaaaaaanta! Pois ela entra com esse tênis ENCARDIDO e suja TUDO! Olha Fabíola, eu não tenho mais paciência com isso... Vai limpar já! (...)

Eu: Ai mãe, não tinha visto...HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAAHAHAHAHAHAHAAHAHAHAHAHAHAHAHA kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk IOUAHAOUIHOAIUHOAAOUIAHAUIAHIHAA rsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrs OAKAOKAOKAOAKOAKAOKA HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA (...)



Situação 2: Eu andando na rua XV com o Flávio, onde circulam muitas pessoas, faço um movimento com minha bolsa e do nada jogo ela no chão (sei lá como fiz isso).

Eu: Ops, ninguém viiuuHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAA AAAAAAAHHH QUE ENGRAÇADO UAHAUAHUAHAUHUHAUAHUAHAUHAUAUAAUAHUAHAUHAAUHAUHAUAHUAHAUHAUAHUAHUAHAUHUHAUHAA AI QUE VERGONHA, COMO FIZ ISSO?! AUHAUHAUAHUHAUAHUAHAUHAUHAUHAUAHUA

Flávio: É, disfarça, ninguém viu mesmo. (Olhando timidamente para os lados)

P.S: Te amo, mãe.
P.P.S: Há muitas outras situações semelhantes, mas no momento só lembro dessas mais recentes.