terça-feira, 20 de outubro de 2009

Engano meu, mico meu.

Eu tenho uma amiga que todas as vezes ao me ligar imitava a voz ou de uma atendente de telemarketing e às vezes até se fazia de policial ou algo do tipo pra tentar pregar uma peça em mim. Acontece que eu nunca caía, né? Fazia um tempo que a gente não se falava (principalmente por telefone) e esses dias eu toda despreocupada em casa quando o telefone toca, vou atender e:

Eu: Oi?
Jé: Oi, boa noite, eu gostaria de falar com a Fabíola...
Eu (interrompo-a): AAAAAAAAHAHAHAHAHA CALA A BOCA JÉSSICA! Eu sei que és tu!
Jé: Ãhn? Oi? Por favor...
Eu: Paaaaaaaaara Jéssica! Para com isso, eu sei que és tu quem tá falando, não precisa ficar com essa bobeira... Nossa, que saudade de ti, como tais?
Suposta Jé: Hm, aqui não é a Jéssica, é a Emanuele...
Eu: (muda)
Eu: Como assim? Que Emanuele? (não pensei em outra coisa pra falar, ué)


Emanuele desliga na minha cara. Que absurdo!


Quer saber? Quem mandou ela ter uma voz igual a da Jé!

Moral da história: Nunca fique muito tempo sem falar com seus amigos. Você pode esquecer a voz deles.


P.S: Para eu lembrar da voz da Jé, almoçamos juntas semana passada ;)
P.P.S: Comecei a fazer ginástica, não é natação, mas pelo menos não sou mais totalmente sedentária como antes.
P.P.P.S: Prometo que esse blog não se tornará um blog sobre conversas telefônicas.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Depois da sessão Resumo das minhas frustrações

A sessão meus medos bizarros.

Tenho medo de altura (até aí sou normal).
Tenho medo de altura e isso me leva a ter outros medos... tipo de elevador. Antes que vocês se perguntem “o que tem a ver elevador com altura?” eu respondo: eu fico imaginando, se o elevador cair... cairá de certa altura e... TENHO MEDO! Outro dia entrei no elevador e fiquei tranquila ao perceber que não estava sozinha nele (quando estou sozinha no elevador o medo triplica. Sei lá, com pessoas talvez seria mais reconfortante, já pensou se fico presa no elevador com um especialista em auto-ajuda que sabe hipnotizar pessoas, tipo aquele cara de O Amor é Cego e ele me dá algum dom especial... Tá, viajei) mas logo preferi estar sozinha do que ter tido a seguinte conversa com as moças que entraram comigo:

Mocinha: Ai, tomara que o elevador não pare de novo.

Silêncio.


Eu desesperada: Como assim? O elevador parou hoje?!

Mocinha super tranquila: É, e outra vez ele parou super a baixo de onde era pra ter parado e as pessoas tiveram que pular o degrau que o elevador fez.

A outra mocinha: É, foi assustador.

Silêncio de novo.
(eu rezando pai-nosso e ave-maria ao mesmo tempo e implorando pra não morrer, pois sou muito nova)

Mas não se preocupem, o elevador não parou e nem nada do tipo. Eu estou viva, dã!

Eu ia escrever mais sobre meus medos bizarros, mas esse post já ficou grande, então outro dia conto mais. Até!